BADI ASSAD
 Cantora, Violonista, Compositora

      A virtuosa violonista, cantora, malabarista vocal e compositora, Badi Assad emergiu como uma das artistas mais versáteis de sua geração. Com 18 álbuns lançados em todo o mundo e mais de 40 países visitados, seu CD Wonderland de 2006 foi selecionado entre os 100 melhores da prestigiada BBC London  e também foi incluído entre os 30 melhores da Amazon.com.

     Abraçada por gravadoras como Verve (Universal) e eDGe Music (Deutsche Grammophon), ela se apresentou em vários shows internacionais nas últimas duas décadas, incluindo colaborações inovadoras com Bobby McFerrin, Yo-Yo-Ma e David Broza, entre outros. Badi também se apresentou em alguns dos mais prestigiados festivais internacionais, incluindo North Sea Jazz (NE), Jarazum Jazz (KOR) e em teatros como L'Opera de Paris (FR), Palais de Beaux-Arts (BE) e Metropolitan Museu de Arte de Nova York (EUA) ...

           Algumas de suas músicas chegaram ao Top 10 da Europa: sua música de sucesso, Waves, foi apresentada na trilha sonora de It Runs in the Family, com Michael e Kirk Douglas. Em 2004, com o lançamento de Three Guitars, ela viajou pelo mundo com lendas da guitarra, Larry Coryell e John Abercrombie.  Em 2005 se reuniu aos irmãos, pais e sobrinhos para a gravação ao vivo do A Brazilian Songbook e DVD Um momento de puro amor, pelo selo belga GHA. 

        Em 2006, iniciou um novo projeto com seus irmãos, o famoso Duo Assad, mestres do violão clássico. Em 2007 Sofia, sua primeira filha, nasceu e Badi recolheu-se. Ainda sob efeitos da maternidade, foi responsável pela trilha da peça teatral infantil Convocadores de Estrelas, do grupo Seres de Luz, emprestou sua voz para Barulhinho Ruim, música tema da personagem Bel, criada especialmente para a reestreia de Vila Sésamo, na TV Cultura (BR) e ao lado de Naná Vasconcelos compôs a trilha do documentário Children of the Amazon, da cineasta Denise Zmekhol.

 

         Em 2010 Badi lançou, pela Biscoito Fino, o DVD Badi Assad, comemorando os primeiros 20 anos de carreira. No mesmo período Badi foi convidada para ser protagonista da ópera contemporânea Ópera das Pedras, em São Paulo, dirigida por Denise Milan e o norte-americano Lee Breuer (Mabou Mines).

 

       Em julho de 2011, foi criado o Festival Assad para homenagear o trabalho da família como embaixadores da música brasileira pelo mundo.

 

     No ano seguinte, lançou Between Love and Luck, seu primeiro álbum independente para sua própria gravadora, pelo qual recebeu o prêmio de Melhor Compositor do Ano (APCA). Sua música Pega no Cocoganhou o Primeiro Lugar de Melhor Canção de World Music no USA International Songwriting Competition.
 

        Em julho deste mesmo ano Badi com voz, violão e kalimba, apresentou ao vivo todo o repertório de seu CD Verde para a Companhia de Dança Baiana do Teatro Municipal (BTCA), na Bienal de Veneza, Itália. A revista Rolling Stone a selecionou entre os 70 melhores mestres da história do violão e guitarra brasileira.

 

       Em janeiro de 2014, ela foi contratada pela Guitar Festival Marathon em Nova York para compor a trilha sonora da exibição do filme mudo chinês The Goddess (1934).


      Convidada a também atuar no papel de curadora do Festival, Badi não apenas apresentou sua composição ao vivo no Merkin Hall de Nova York, mas também recebeu um destaque do New York Times como a Melhor Noite do Festival. Cantos de Casa, seu primeiro CD dedicado às crianças, ganhou o Troféu Cata-Vento de Melhor CD do Ano.

    Em 2015, Badi foi convidada para trabalhar com a organização, sediada em Chicago, GATC (Genesis at the Crossroads), que tem como foco principal a construção da paz mundial. Com eles Badi integra, como violonista
e vocalista, o grupo multicultural Saffron Caravan, ao lado do vocalista marroquino Aaron Besoussan, do virtuoso alaudista israelense-árabe, Haytham Safia e do percussionista venezuelano Javier Saumme. Além disso, ela atua como palestrante nas mesas redondas promovidas pela GTCA sobre artes e transformação de conflitos, assim como é responsável pelo programa de música para o Genesis Academy Summer Institute, um programa educacional de treinamento de liderança e construção da paz para jovens internacionais de áreas de conflito.

    Em 2016,  Hatched recebeu críticas aclamadas por trazer uma maneira ‘abrasileirada’ de interpretar hits mundiais de alguns ícones modernos, incluindo Lorde e Skrillex.


         Em 2018, lançou seu primeiro livro, Volta ao Mundo em 80 Artistas (Pólen Livros), com show homônimo. Também foi neste ano que Badi foi convidada para participar do projeto Stringshot, gravando com o lendário guitarrista de blues Roy Rogers e o virtuoso harpista e violinista Carlos Reyes. 

          O filme, BADI, dirigido por Edu Felistoque, foi nomeado Melhor Filme pelo The FestCine Maracanaú em Fortaleza, teve sua estreia internacional no Summer Brazil Summer 2018 em Nova York e em Dezembro ganhou como  Melhor Documentário no LABAFF (Los Angeles Brazilian Festival de Cinema).


        Em Junho de 2020 foi  selecionado para participar do prestigiado 'Festival du Cinéma de Paris' (2020). 

imprensa

Badi Assad 
Volta ao Mundo em 80 Artistas 

Show

     Badi apresenta em sua turnê ‘Volta ao Mundo em 80 Artistas’ show baseado no lançamento  do  seu  primeiro  livro homônimo "Volta ao Mundo em 80 Artistas".  O show, com direção geralde Xarlô, figurino de Karla Pessoa e iluminação de Silvestre Júnior, traz algumas  das  histórias sobre  artistas  da  música  de  diversas partes do mundo, inclusive as que  Badi  vivenciou nas  tantas  viagens  que  fez  em  quase  30  anos  de  carreira  internacional.  


 

        No repertório, músicas de estilos e etnias diversas, Badi também canta em idiomas diferentes - composições autorais,  parcerias,  releituras  frescas  ou  já gravadas  nos  mais de 14 discos lançados pelo mundo, entre elas: O Barco Daqui de Dentro (Badi Assad), Zoar (Badi Assad e Chico César), Saudade Verdade e Sorte (Badi Assad e Pedro Luís), Bachelorette (Bjork),  Acredite  ou Não  (Lenine e Braulio Tavares),  Hunger  of  the Pine  (Allt-J) e  Millones  (Camila Moreno).  Tudo  inspirado  no  conteúdo  que  é a bordado  em  seu  livro.  

 

       O livro,  lançado pela editora Pólen Livros  e com prefácio de Chico César,  traz crônicas sobre  artistas da músicade cada canto do mundo. Entre os 80 artistas da África, das Américas,  Europa, Ásia e Oceania, figuram nomes de gerações e estilos variados, como Amina  Annabi  (Tunísia),  Sting (Inglaterra),  Astor Piazzolla (Argentina), Tori Amos (EUA), Lorde (Nova Zelândia), Kodo (Japão), Hozier (Irlanda), Björk (Islândia) e Paco de Lucía (Espanha). Do Brasil, Elza Soares, Naná Vasconcelos, Ney Matogrosso, Fernanda Takai, Marlui  Miranda,  Egberto Gismonti,  Filipe Catto,  Inezita Barroso,  etc. 

CANTOS de CASA Infantil 

O Álbum Cantos de Casa compartilha um possível cotidiano da vida de uma criança, através do mundo mágico de uma casa totalmente feita de instrumentos musicais. 


Todas as canções foram compostas por Badi e inspiradas durante os primeiros anos da vida de Sofia, sua primeira filha. Os temas abordam desde a hora em que a criança acorda até quando vai dormir, sempre apresentados de uma forma divertida, compartilhando ideias e ideais de interesses como: respeito à vida, alimentação saudável, higiene, sustentabilidade, reciclagem, entre outros mais. 
 

O CD segue o enredo do show-teatral, de mesmo nome, pretendendo despertar
no público infantil o interesse e subsequente questionamento sobre os temas abordados. 

 

Todas as músicas de “Cantos de Casa” são tocadas apenas, além dos convencionais violão, ukulele e contrabaixo, com instrumentos percussivos construídos a partir do que naturalmente já existe pelos cômodos de uma casa:
 

As músicas de acordar e dormir (Logo de manhã, Bicharada, No colo do papai) acontecem no quarto, onde Badi usa o ukulele, como se fosse mais um dos brinquedos sonoros usados, assim como um instrumento feito especialmente para o espetáculo pelo luthier Jamil Giúdice, construído com garrafas pet que são afinadas com ar (!); As músicas que acontecem no banheiro (Salvador, Qual é a da água?) são tocadas com instrumentos feitos através de materiais de construção, também construídos pelo Jamil, como tubos de pvc, flauta de cobre, pias etc; As músicas sobre alimentação (Café-da-manhã , Tá com fome de quê?) acontecem na cozinha e são usados pratos, panelas, frigideiras, copos afinados, tambores de água etc; 


A música de abertura ‘O chocoalho’, que fala sobre limpeza, é toda tocada com vassouras, espanadores, pandeiro feito de pratinho de vaso de flor e um contrabaixo construído com balde e cabo de vassoura, apelidado de contra-balde. Além desses ambientes, ainda há músicas que acontecem na sala e no quintal, sempre seguindo a mesma ideia de raciocínio e construção. 
 

Para este projeto Badi chamou os conceituados multi-insturmentistas Ricardo Prado (contra-baixo) e Guilherme Kastrup (percussões diversas) para ajudá-la na construção sonora e arranjos. Badi também contou com a participação especial de Marcelo Pretto e as irmãs Sophia e Irina Alfonso (vozes diversas), Marcelo Rodrigues (Gaita) e Sofia Assad Vakros, cantando um dueto de mãe e filha... 
 

Atuando como produtora musical pela primeira vez, Badi volta à cena com seu
primeiro projeto dedicado às crianças, e o segundo do seu sêlo Quatro Ventos

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